Deputada Lauriete publica vídeo em repúdio à decisão do ministro do STF, Luís Roberto Barroso.

A deputada federal Lauriete (PSC), publicou um vídeo em repúdio à decisão do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, que determinou a proibição de missões religiosas em aldeias indígenas isoladas.

No vídeo, Lauriete mostra indignação, pois os povos indígenas já foram vacinados como grupo prioritário, não se tratando de risco de contágio. “O trabalho missionário tem sido um grande aliado do governo em levar qualidade de vida aos povos e, em muitos lugares onde a saúde pública não encontra condições de atender a população, as missões fazem esse trabalho de levar atendimento odontológico, atendimento médico, outros diversos tipos de cuidados e, também, alimentação”, afirma.

A Frente Parlamentar Evangélica também divulgou uma nota de repúdio à decisão do ministro, a qual chamou de uma perseguição ideológica e religiosa aos missionários cristãos.

A nota publicada nesta quinta-feira (23), diz que o momento de pandemia exige um cuidado maior com os povos isolados, já que eles são mais suscetíveis a sofrerem de doenças graves trazidas por pessoas de fora. O ministro determinou que a União monte barreiras sanitárias para proteger as populações que vivem em comunidades isoladas. Em sua decisão, o magistrado proibiu a ida de grupos missionários religiosos a esses locais.

A nota de repúdio da Frente Parlamentar Evangélica afirma que, ainda que tenha o princípio de resguardar os povos do contágio da Covid-19, essa decisão é uma afronta a “liberdade religiosa e a separação de poderes”. O documento lembra da atuação histórica de denominações evangélicas junto aos povos indígenas, sobretudo na Amazônia, com a anuência da Funai.

“Sendo assim, a decisão do Ministro Barroso consiste em verdadeira perseguição e uma tentativa de impedimento das atividades missionárias junto aos povos indígenas do Brasil, justamente em um momento em que precisam de apoio, como o da atual pandemia de Covid-19”, afirma a Frente.

O grupo classificou a decisão como “anticristã” e “antidemocrática” e disse que ela foi tomada pelo ministro com o “simples intuito de promover acintosamente uma perseguição ideológica e religiosa aos missionários cristãos, mesmo que, para tanto, acabe por prejudicar os povos indígenas, principais beneficiados”.

 

 

Assessoria de imprensa deputada federal lauriete.

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